Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

da Cozinha da Sofia

Um blog de doces, memórias e colheradas de sabor. Para adoçar a boca e a vida!

da Cozinha da Sofia

Um blog de doces, memórias e colheradas de sabor. Para adoçar a boca e a vida!

31
Jan21

Bolo de Natas

da Cozinha da Sofia

Este é um bolinho muito simples de se fazer e ainda mais rápido de se comer! Fica muiiiittttoooo fofinho e desfaz-se na boca como o algodão doce.

Vamos ao bolinho bom? :)

O que é preciso?

- 1 pacote de natas 200ml bem frias (usei Gresso)

- 3 ovos

- 250g açúcar

- 150g farinha + 1 c.sobremesa de fermento

- raspa de 1/2 limão ou laranja

Opcional: 1c.chá de essencia de baunilha, 1/4 cháv pepitas cacau cru

20210131_003919.jpg

Como fazer?

1. Ao açúcar, juntar a raspa, misturar bem para activar os óleos e reservar.

2. Bater as claras em castelo. Reservar. Atenção, as claras são SEMPRE batidas em primeiro lugar, com as varas limpas e sem gordura, caso contrário não sobem.

3. Bater as natas. Quando estiverem quase em chantilly ir adicionando o açúcar, batendo sempre.

4. Ao chantilly juntar as gemas e a essencia de baunilha (se a usar), bater novamente.

5. Juntar a farinha e o fermento peneirados e envolver calmamente com a vara de arames.

6. Envolver as claras em castelo em duas adições. Com calma! Não queremos retirar o ar da massa! Se usar pepitas, adicionar nesta fase.

7. Colocar numa forma untada e polvilhada. Usei uma de bolo inglês. Levar ao forno pré-aquecido a 180° durante 25-30m mas vão vigiando com o palito. Não se quer um bolo seco, é suposto ficar ultra fofinho com alguma humidade.

8. Com uma chávena de chocolate quente é.... tão bom :)

Apenas uma ressalva: a marca das natas ou outras que tais que refiro nos posts.

Regra geral uso marcas brancas. Quando refiro uma marca em concreto é porque já tive alguma má experiência no passado e, portanto, prefiro não voltar a correr o risco, mas como em tudo na vida, cada um usa o que tem e prefere. No caso das natas, em especial para bater e das muitas que já usei, a Agros está no top. Já consegui um chantilly super firme num dia de quase 40°... Na ausência destas, uso Gresso. De resto, para cozinhar ou usar sem bater, é-me totalmente indiferente. Em resumo o que acabará por distingui-las e ao resultado final será sempre o teor de gordura e a capacidade espessante. Se em algumas receitas é indiferente noutras pode ditar resultados menos satisfatórios.

Há uns anos atrás e depois de um stress resultante de 3 pacotes de natas (de marcas diferentes) em que nunca nenhum resultava em chantilly e portanto, bolo de aniversário à última da hora em puro SOS... fiz uma pesquisa que respondeu a muita coisa... fica o link se quiserem dar uma vista de olhos: 

https://www.iguaria.com/dicas/quais-as-melhores-natas-para-bater/

29
Jan21

Salame de Chocolate com Amendoas e Vinho do Porto

da Cozinha da Sofia

Gosto muito de ter no congelador um salame de chocolate. Cortado às fatias. Preparado para qualquer SOS de gula :)

Desta vez saiu um numa versão um bocadinho mais composta, sem ovos, mas cheio de sabor :)

Do que precisamos?

- 1 pacote de bolacha maria (uso da torrada)

- 1/4 cháv. amendoas

- 125g chocolate em pó

- 50g cacau magro em pó

- 3 c.sopa de manteiga derretida (usei vaqueiro liquida)

- 100 ml de leite

- 3 csopa de vinho do Porto tinto

20210129_171229.jpg

Como fazer?

1. Partir a bolacha em pedacinhos pequenos.

2. Picar as amendoas grosseiramente e misturar na bolacha.

3. Ao preparado anterior, adicionar o chocolate e o cacau misturando bem.

4. Juntar a manteiga, o leite e o Porto e, com a mão, misturar tudo muito bem.

5. Passar para uma folha de papel alumínio, moldar um rolo, embrulhar e levar ao frio para ganhar firmeza. Cortar em fatias e congelar... ou comer!

27
Jan21

Couve Pak Choi

da Cozinha da Sofia

Depois do bolo de chocolate... couve cozida! :) A ideia aqui é apenas dar uma sugestão diferente para ingestão de nutrientes o mais diversificada possível.

A foto não é das mais bonitas, mas o prato é muito saboroso, sem ser a típica couve cozida.

Posto isto, e como acredito que todos sabemos cozer legumes com ovo e peixe :), passemos à couve.

A couve pak choi é baixa em calorias mas muito rica em vitaminas, fibras e nutrientes essenciais. Tem propriedades antioxidantes e é muito útil na prevenção de cancro e doenças cardiovasculares. Comparando com outras couves, o sabor é muito suave.

Antes deste contexto costumava comprar no mercado mensal directamente a pequenos produtores, neste momento encontro no Lidl em pacotes de 2 a 3 couves.

20210121_144637.jpg

Cortar a couve longitudinalmente, lavar muito bem em água corrente tendo em atenção à base, onde se concentra alguma terra. Pode-se deixar uns minutos em água com vinagre para desinfectar melhor. Nesta couve come-se tudo ok? A única coisa a descartar será alguma folha mais amarela... de resto o caule é óptimo, não o retirem.

Dar um pequeno golpe no caule para acelerar a cozedura.

Levar a cozer a vapor ou apenas uns minutos junto com os restantes legumes - é suposto retirar ainda crocante.

Numa frigideira, colocar um fio de azeite e, quando quente, colocar a couve e regar com um splash de vinagre balsamico branco. Virar a couve. Retirar. Todo este processo deve ser o mais rápido possível para manter o crocante da couve.

Usar os sucos da frigideira para regar todos os legumes.

Em vez do balsamico, pode-se usar molho de soja, alho, cebola... é seguir o gosto pessoal!

27
Jan21

Bolo de Chocolate da Sofia

da Cozinha da Sofia

Hoje é o Dia do Bolo de Chocolate! E cá está ele!

Não, juro que não fui eu que dei o nome ao bolo! E nem é por isso que ele aqui está. Mas sim porque é o eleito por aqui!

Descobri-o há muitos anos numa pesquisa na net (não sei onde!) Procurava um bolo de chocolate que não levasse óleo. E apareceu este! Posso dizer que se tornou "o" bolo de chocolate cá de casa. Aliás, a minha mãe que não acha grande piada a bolos de chocolate até hoje se lembra deste. "Aquele de há muitos anos" :) O que o destaca? É um bolo fofo e caseiro normalíssimo, mas assim que toca na boca... desfaz-se que nem mousse! É divino! 

Já passei esta receita várias vezes, nem sempre conseguiram o mesmo resultado, por isso recomendo que, tal como eu, sigam à risca a receita e atenção aos timmings descritos. Quanto aos ingredientes, é importante que não sejam natas light, por isso atenção ao teor de gordura - é o que ajudará na humidade. Para este bolo sempre usei o chocolate em pó da Nestlé, aquele da lata vermelha para fazer chocolate quente. Se não o tiver, uso da Pantagruel. Nada quanto a marcas, apenas porque resultaram bastante bem e não sei se o resultado se mantém alterando.

O que precisamos?

- 125g farinha de trigo com fermento

- 125g chocolate em pó

- 250g açúcar

- 6 ovos

- 1 pct de natas (200ml) 35% gordura

FB_IMG_1611761681612.jpg

Como fazer?

1. Bater o açúcar com as 6 gemas, até obter um creme claro e fofo.
2. Juntar a farinha peneirada (ajuda a incorporar ar) e o chocolate.

3. Bater por 5 minutos.

4. Adicionar o pacote de natas e bater mais 10 minutos.

5. Envolver na massa, sem bater e com muito cuidado, as claras já em castelo.

6. Untar e polvilhar uma forma de buraco, colocar a massa e levar ao forno pré aquecido a 150ºc durante 50 min. Vão vigiando com o palito. Prentende-se que coza mantendo alguma humidade sem que seque em demasia.

7. Depois de frio, polvilhar com açúcar em pó ou colocar cobertura de chocolate negro. Sem nada também é excelente!

8. Saborear cal-ma-men-te :)

Sugestão: se gostarem da combinação chocolate/ laranja, experimentem adicionar à massa umas raspas ou 2 a 3 c.sopa de licor de laranja... eleva a coisa a outro nível ;)

Cobertura opcional: derreter uma tablete de chocolate negro (uso 70%) com 60g de manteiga, 50g açúcar e umas gotas de leite até obter uma calda homogénea e brilhante.

22
Jan21

Feijoada de Cogumelos

da Cozinha da Sofia

Chove lá fora. O tempo e o contexto que vivemos pedem conforto. Aconchego da alma. E isso reflecte-se em pratos mais consistentes. Confort food, dizem.

Num destes dias, e em aproveitamento de uns cogumelos, saiu esta feijoada incrível. Cheia de sabor e tão simples e rápida de preparar. Se sobrar, é daqueles pratos que mais tarde estará ainda melhor.

Do que precisamos?

- 200 a 300g cogumelos frescos (usei mistura de marron com paris, mas usem os que tiverem)

- 1 frasco de feijão (usei branco)

- 1/2 cháv. polpa de tomate (usei caseira)

- 1 cebola média + 1 dente de alho picados

- 1/4 cháv. vinho branco

- 1/2 a 1cháv. água (ajustavel)

- 1 folha de louro, azeite, pimentão fumado, sal e pimenta qb

- coentros picados

20210120_142015.jpgComo fazer?

1. Refogar a cebola, o alho e o louro num fio de azeite.

2. Juntar a polpa de tomate, o pimentão fumado e o vinho. Deixar evaporar o álcool.

3. Juntar os cogumelos já laminados, tapar e deixar cozer uns minutos.

4. Juntar o feijão e a água. Temperar com sal e pimenta. Atenção que o feijão já costuma ter sal.

5. Deixar apurar por uns minutos, rectificar água e temperos. Polvilhar com coentros picados e servir simples ou com arroz branco.

07
Jan21

2020 = uce = a purga

da Cozinha da Sofia

Foi há um ano. Tudo começou como uma, aparentemente, simples constipação. Fui à farmácia e trouxe tudo o que podia para atacar os sintomas. Paracetamol para febre, Brufeno para as dores, xarope para a tosse, pastilhas para a garganta... tudo o que os médicos receitam nestes casos. Tinha de me curar depressa, estava prestes a fazer uma cirurgia. Mas não curei. Muito pelo contrário. Se fosse hoje diria que tinha covid! Tosse muita tosse. Numa madrugada de sábado sem aguentar fui a outra farmácia pedir mais qualquer coisa, mas o sr que me atendeu recusou-se. Não cedeu ao ímpeto da venda. Com tanta medicação, se continuava naquele estado, tinha de ir para o hospital, algo estava nos pulmões. Resignada, 3h da manhã, sentei-me ao volante olhei a estrada escura, vazia e fui... o sr da farmácia estava certo, tinha uma inflamação pulmonar: antibiótico. Pela primeira vez senti efeitos secundários, mas abrandou a "constipação" por isso terminei-o como é suposto. Findo o tratamento piorei de novo.

Tive de voltar: injecção de penicilina. Já a tinha levado antes sem problemas. Desta vez foi diferente. Passadas horas estava toda vermelha com manchas e comichão. E pronto. Assim começou. Mais duas visitas ao hospital, cortisona e afins. Tarde de 31 de Dezembro passada nas urgências, mais cortisona, sintomas abrandam. O tempo passa, a cirurgia acontece e uns dias depois acordo de novo com manchas. Pequenas, "inocentes", sem mais sintomas. Passadas horas uma comichão impossível de descrever, manchas a alastrar pelo corpo todo.

Começam dias de tortura, idas às urgências, injecções de cortisona, toma de dezenas de compridos sem ninguém perceber muito bem o que se estava a passar. Ouvi coisas incríveis: "é esperar que passe" - não passou, "é uma alergia" - não era. Etc, etc, etc. Fui, de certeza, medicada sem saberem o que estavam a tentar combater. Tive dias de perder por completo a noção de quantas drogas ingeri, quase não tinha um centímetro de pele não vermelha onde pudessem espetar ainda mais soros coloridos. Até àquele dia. O dia em que apaguei por completo. O caminho até ao hospital foi interminável, cheguei lá a transpirar mas gelada, falaram comigo e... tudo sumiu. Lembro-me de ver tudo esfumar a negro, uns zumbidos, o coração muito acelerado, a médica a correr. Senti muito medo. Apaguei. Não tenho noção de quanto tempo estive off. 

Com isto vejo o meu corpo a mudar, quase sem conseguir andar sem me apoiar, deixo de me reconhecer, "é a cortisona" ouvi mil vezes. E era, mas não só. O diagnóstico só veio meses depois: UCE - Urticária Crónica Espontânea não controlada. Nunca tinha ouvido falar em tal coisa. O meu sistema imunitário virou-se contra mim, sinto-o na pele - literalmente! - e eis o resultado.

Desde 2018 tanta coisa aconteceu, fui esticando a corda. Engoli o choro e a dor da perda, fui a todo lado, fiz mais km que em muitos anos seguidos, fiz tudo por todos, estive presente, tratei de tudo e todos, aguentei forte, porque eu aguento tudo. Bom... se calhar não! Por algum lado a corda teria de rebentar. Os sinais estavam todos lá: o cansaço extremo, as reacções estranhas, os efeitos secundários sem razão... O sistema imunitário foi até ao limite.

Agora tenho de aprender a viver com isto. (Re)aprender a lidar com o meu corpo. Podia tudo agora não posso muita coisa. Tenho de tomar banho rápido e de água quase fria, sou obrigada a por cremes e a escolher todos os tecidos que me tocam. É algo limitante, sobretudo no início quando tudo é novidade. Com o tempo adaptamos hábitos, criamos novas estratégias e (quero acreditar!) gradualmente podemos fazer a nossa vida quase normal respeitando o nosso corpo.

A UCE não é contagiosa. Não se passa. Não se transmite.

Há doenças muito mais graves que esta bem sei. Esta não mata, mas mói e muito. Esta tem um anexo: o estigma. Da sociedade, dos que não compreendem que quando em crise não conseguimos simplesmente tocar em certos objectos, dos que dizem que temos um simples "chelique, mariquice ou mania". Fui avisada disto por uma enfermeira da imuno. Pensei que fosse exagero, mas não é! Gostaria de saber se esses inocentes têm a noção de que, também eles, a qualquer momento podem acordar com uma doença no sistema imunitário. É assim simples! Qualquer uma delas. Despoletada por uma simples infecção ou até por nada. As doenças autoimunes, na sua maioria, não têm causa atribuida nem se conhece a razão por que surgem. E não têm cura. Controlam-se os sintomas (ou tenta-se!) apenas isso. Esses mesmos inocentes aguentariam estar dias e dias seguidos com a pele do corpo todo a arder, a queimar de formigueiro e comichão? Picadas seguidas o tempo todo. Non stop. Não dormir. Passar a noite, literalmente, a coçar nas laterais do colchão. Noites seguidas, semanas seguidas, meses sem sono descansado. E a sentir tudo isso, levantar de manhã com imensas dores e ir trabalhar, tentar levar o dia, sorrir, fingir, dizer que está tudo bem quando só apetece fugir. Sair do próprio corpo que agora não reconhecemos como nosso e, com tudo isso, prosseguir. Um dia de cada vez. E conseguir a cada passo retomar aquilo que éramos. Olhar ao espelho e ver que atrás do vermelho e do inchaço, ainda existe a nossa essência. É todo um processo. Uma aprendizagem. Um teste diário: isto resulta, isto já não.

Pelo caminho deram-me a conhecer um grupo da UCE. A partilha de experiências ajuda muito neste percurso. Estamos juntos num caminho cheio de curvas e isso transmite força. Aprendemos com as experiências de cada um. Trocamos ideias e truques. Temos sempre a esperança de que também funcione connosco. Damos por nós a contar os dias. Quantos dias passaram sem quaisquer sintomas? Lembro-me da felicidade que foi entregar à enfermeira o mapa mensal todo a zeros! Nunca tinha acontecido! Entretanto já quebrei esses dias bons e voltei a ter sintomas - mas um dia de cada vez. Na verdade, um momento de cada vez.

A doença, qualquer que ela seja, é uma parte do nosso caminho. Uma bagagem que transportamos nesta viagem que é a vida. Ou reclamamos dela, ou aceitamo-la interiorizando qual é a lição que devemos tirar daí e prosseguir a viagem.

Estou a escrever isto com formigueiros nos braços e nas pernas, mas sinto uma libertação que nem imaginam. A primeira vez que tive de escrever, verbalizar "Eu tenho UCE" estaquei. Fixei a frase. Não é fácil admitir, dentro de nós, que mudámos, o nosso corpo mudou. Não é fácil perceber que não respondo a nenhuma medicação e que agora dependo de duas doses de seringa por mês para tentar estar estável. Saber que qualquer tipo de stress ou infecção que tenha terá como resultado certo uma crise. Mas a cada dia que passa sinto-me feliz. Porque o ultrapassei com respeito pela minha pele, tento cuidar dela na esperança de que não se revolte contra mim. Nem sempre resulta... mas faço o melhor que sei! 

Esta espécie de carta aberta a mim própria é uma tentativa de voltar a ser a Sofia que era até há um ano atrás. Admitir. Todos os dias dou um passo. É todo um processo de evolução interior. A primeira vez que me maquilhei após tudo isto (eu que andava sempre com maquilhagem e agora é só quando o rei faz anos), parei e fixei o espelho. Não chorei porque não ia estragar a make-up :) mas os olhos encheram-se de lágrimas. Algures atrás da base para tentar disfarçar a pele vermelhona, a Sofia ainda ali estava! 

Se alguém que me leia tiver uma doença autoimune, não se isole. Não está sozinho. Não ceda ao estigma. Procure grupos de ajuda focados na sua doença. Transmitem uma energia muito positiva e ajudam-nos a (con)viver com uma nova realidade. A doença tem a importancia que nós lhe damos e não é, nem pode ser, mais forte que nós.

Instagram: umapeleparaavida

Páginas: www.umapeleparaavida.pt

FB: Grupo de Urticária Crónica Portugal - grupo fechado, peçam adesão

Procurem informação fidedigna, consultem, leiam, informem-se.

É importante saber lidar com a nossa nova pele. Sem vergonha.

É importante compreender, respeitar e colocarmo-nos na pele do outro!

06
Jan21

Galette de Rois

da Cozinha da Sofia

Por motivos de força maior não me foi possivel fazer os posts que tinha preparado para a época festiva. Apesar disso irei, gradualmente, publicá-los na mesma. As receitas são como as vontades e apetites e, no fundo, como o Natal: fazemos e adaptamos quando queremos :)

Ainda vou a tempo de vos desejar um bom ano, pleno de realizações e alcance de objectivos. Com a esperança de que possamos voltar a ver o sorriso uns dos outros, colmatar a saudade com um abraço, beber um simples café sem medos. Viver.

Esta Galette de Rois foi feita há exactamente um ano atrás. É da Filipa Gomes, de quem sou fã incondicional. Tem carisma, personalidade, marca pela diferença. Descomplica, ensina, faz tudo de bom de forma simples, prática e sempre descontraída. Adoro a forma como desconstrói técnicas culinárias adaptando-as à realidade de uma cozinha comum.

Do que precisamos?

- 2 bases de massa folhada redondas + água qb + 1gema para pincelar

- 25g amido de milho

- 25g de açúcar

- 2 gemas

- 125ml leite

- 1c.chá de extracto de baunilha

- 125g farinha de amêndoa

- 2 ovos

- 100g de açúcar

- 100g de manteiga

- 1 c.sopa de conhaque (usei rum)

1.jpg2.jpg3.jpgComo fazer?

1. Misturar muito bem o amido com os 25g açúcar e as 2 gemas. Aos poucos, ir juntando o leite e a baunilha. Levar ao lume até engrossar, mexendo sempre com a vara de arames.

2. Reduzir as amendoas a farinha e depois juntar os 2 ovos. Adicionar o s 100g de açúcar, o rum e a manteiga já amolecida.

3. Após o creme de pasteleiro arrefecer, envolver no creme de amendoas. Levar ao frio uns 30m para ganhar firmeza.

4. Colocar uma massa folhada numa tarteira (26cm) de fundo amovível, rechear com o creme deixando uma margem em volta. Nessa margem, pincelar com água, sobrepor a outra massa e pressionar em volta para colar bem. Com palito, faca ou garfo decorar o topo, pincelar com a gema e fazer um furo no centro para sair o ar.

5. Levar a forno pré-aquecido a 180°C por 45m ou até dourar.

6. Saborear!

Livro Cozinha com Twist, pág. 236.

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Sigam-me no instagram

Entregas em Almada e Seixal, outras zonas sob consulta.

Preços, informações, sugestões, pedidos... contacte!

Mensagens

Posts destacados

Arquivo

  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2021
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2020
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub